terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

A maldade humana

Por volta das 16:00 horas de ontem (22) recebi a notícia de que a minha amiga Joaquina Luiza Canuto de Sousa, teria sido encontrada morta pelo seu filho, Edson Canuto, em seu lar, no bairro Alvorada, às proximidades do muro do Infraero.
Mais tarde, cerca de 19:30 horas, o meu amigo Carlitão completava a notícia amarga: -“ a Polícia Técnica, ao revirar o corpo sem vida da Dona Joaquina, detectou um corte em torno de uma das suas orelhas e uma faca cravada em seu peito”.
Triste fim da vida de uma enfermeira aposentada, que dedicou a sua força de trabalho à Maternidade Mãe Luzia, depois, um carinho todo especial ao seu filho, aos seus amigos, dentre eles, eu, e aos amigos do seu filho.
É a primeira vez que utilizo meu espaço na imprensa amapaense para veicular uma notícia de violência, desta vez atingindo uma pessoa muito próxima de mim, muito querida, e que sempre me tratou com muito carinho e respeito.
Dona Joaquina Canuto foi uma das presenças marcantes no lançamento do livro Bola de Seringa nas dependências do Monumento Marco Zero do Equador. Lembro-me muito bem da sua figura sorridente, que foi me abraçar e beijar no rosto, desejando-me parabéns, por ocasião dos autógrafos.
O mundo é mau. Infelizmente. Temos de passar por momentos de tanto pesar, como esse, confirmando mais ainda a assertiva de certo escritor, sábio, que cunhou a frase: “quanto mais se vive, mais aumenta as covas do nosso cemitério particular”.
Choro com muito pesar o infausto acontecimento. Peço ao Deus que ela tanto amou, e a quem recorria em seus momentos de angústia, que dê o descanso eterno à sua alma.
Leonai Garcia

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