sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Memória - Magalhães Barata e diploma

Estou em fase de conclusão da minha percepção sobre a vida e morte do estadista Joaquim Cardoso de Magalhães Barata, o maior político do Pará de todos os tempos.
Interventor e governador paraense e, acima de tudo, líder e orgulho de toda uma geração que antecedeu a minha.
Seus feitos na capital e interior do Estado do Pará é motivo de histórias e estórias que encantam os que delas tomam conhecimento.
Fui e sou fã de Magalhães Barata.
Espero que voces gostem do material em elaboração.
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Em tempo: recebí a declaração de conclusão do curso de Jornalismo pela Faculdade Seama. Colação de gráu em Março, próximo.
Leonai Garcia

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O trânsito e a emergência no Amapá

O Hospital Pronto Socorro Osvaldo Cruz atende as vítimas de acidente de trânsito, da capital, e de todo o interior, e arredores, nos casos de complicação.
Do Oiapoque ao Laranjal do Jari e até (Almeirim - Pa), quando o caso complica, o doenté é trazido para esta casa de tratamento de emergência.
É que lá, há equipamentos e médicos treinados em casos graves de lesões craneanas, raqui-medulares, traumato-ortopédicas, e outras especialidades da medicina que não existem em municípios interioranos.
A maioria sai vivo. Uns, com sequelas: amputados, paraplégicos, tetraplégicos, perda ocular, enfim, outros, saem direto para o velório, após os exames de praxe da Polícia Técnica e Científica.
O registro é feito no setor de arquivo, onde o sr. Erivaldo Silva (estatístico), cuida do serviço numa máquina de datilografia manual - Olivetti. Raimundo Coelho, de família tradicional é o responsável pelo setor, localizado, na parte de trás do hospital.
Vejam os números dos acidentados e lesionados:
a. acidentados e lesionados em 2004 - 3158
b. acidentados e lesionados em 2005 - 3035
c. " " " 2006 - 2877
d. " " " 2007 - 2550
e. " " " 2008 - 3365
f. " " " 2009 - 3355
Mortos em acidentes de trânsito registrados no Hospital de emergências Osvaldo Cruz:
a. registrados em 2006 - masculino - 24 + feminino - 10 : total - 34
b. registrados em 2007 - masculino - 17 + feminino - 10 : total - 27
c. registrados em 2008 - masculino - 18 + feminino - 04 : total - 22
d. registrados 2009 - masculino - 17 + feminino - 03 : total - 20
Comparativo entre acidentes de transito com lesões entre 2008 e 2009:
2008 - 2009
janeiro - 258 - 268
fevereiro - 238 - 270
março - 325 - 255
abril - 282 - 251
maio - 236 - 281
junho - 275 - 305
julho - 210 - 212
agosto - 284 - 280
setembro - 275 - 274
outubro - 367 - 317
novembro - 300 - 298
dezembro - 315 - 343
A expectativa é a de que no final do ano em curso (2010) os numeros sejam menores, devido a sinalização da cidade promovida pela atual administração da PMM.
Leonai Garcia

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Futebol do Amapá - Biló

Ele nasceu no dia 18 de Julho de 1938, no Formigueiro - pedaço de terra localizado por detrás da Igreja Matriz de São José. É de se imaginar o que era aquilo naquela época, antes do advento do Território Federal do Amapá.
Na pia batismal recebeu o nome de Benedito do Carmo Tavares. Filho de José Rosa Tavares e de Maria do Carmo Tavares. No frigir dos ovos, Biló é paraense.
A família é tradicional no Amapá. Extremamente católica, então, assistir as missas, regularmente, fazia parte do dia-a-dia.
Fala com carinho e respeito dos padres: Vitório Galliani, Jorge Basili e padre Dário. Diz Biló com o semblante risonho: - " A gente só jogava se participasse da missa".
Assim cresceu o menino Biló, nas cercanias da Igreja Matriz e do campo de futebol existente no seu entorno, na, atual, praça Veiga Cabral.
Bom de bola, juntamente com os irmãos Faustino e Jangito, foram atraídos para o Juventus Esporte Clube, agremiação que surgiu no seio da Igreja.
Dessa época lembra do time do Juventus (1961): Wanderley (goleiro), Raminho, Cremildo, Biló e Celio Paiva; Branco e Haroldo Pinto; Pretote, Zezé, Pereira e Lacerda.
Nesse mesmo ano, foi compor o time do CEA Clube num confronto contra o Payssandú de Belém, cujo técnico Gentil Cardoso se encantou com o seu futebol e o levou para a capital paraense, para atuar no grêmio de "suíço".
Ora, o Payssandu tinha sido campeão paraense de 1961 e no ano seguinte, com uma equipe forte disputou o bi-campeonato, o que conseguiu diante da rival Tuna Luso Brasileira.
O time: Jorge Baleia (goleiro), Oliveira, Zé Ferreira, Biló e Edilson Delegado; Mangaba e Quarentinha; Fernando Malvão, Estanislau, Vila e Ércio. Reservas: Maurício, Paulo Malvão, Carlos Alberto, Fiuza, Elcio, Macedo e Mamaca.
No ano seguinte Biló voltou ao Amapá. É que o seu contrato de 6 meses venceu, e houve dificuldades para renová-lo, então, resolveu retornar à terra e ao Juventus Esporte Clube, sua casa.
O detalhe é que Biló atuou apenas 6 meses pelo Payssandú, mas, até hoje, seu nome é lembrado pela torcida bicolor como um zagueiro clássico, daqules que não dá chutão prá cima.
De novo, no Amapá, Biló continou a sua trajetória de jogador de área, zagueiro pela esquerda. Nessa condição enfrentou as equipes do Sport clube do Recife e o Maranhão Atlético Clube, sendo que no jogo contra os maranhenses, marcou um gol de falta. Local: Estádio Glicério Marques.
Ao todo, Biló atuou pelo Juventus durante 08 anos. Antes de ir para o Payssandú e depois, ao voltar para o Amapá. Pendurou as chuteiras em 1966.
Esta é a história de Biló, um dos maiores zagueiros do futebol amapaense.
Biló encontra-se em tratamento de uma enfermidade crônica, tendo o apoio total da sua família e encontra-se em franca recuperação.
A sociedade amapaense, o escriba no meio dela, torce pela sua recuperação.
Leionai Garcia

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Viagem no tempo

Decorria o ano de 1961 e eu, menino, 13 anos de idade, começava a minha vida na Escola Industrial de Belém, na 1ª série de curso secundário, hoje, denominado, 2º gráu.
Pois bem. No 1º dia de aula, Março de 1961, a turma da 1ª série recebeu o uniforme completo para enfrentar o ano escolar.
Camisa de tecido fino, cor, caque; calça da mesma cor, um pouco mais escura e mais grossa. Sapato preto de couro e de cadarços. Bermudas e camisas em tecido azul celeste, de mescla, grossa, para uso nas oficinas; short azul escuro, com listras laterais em branco, e o indefectivel, tênis azul marinho, conga, de cadarços.
Como o leitor pode perceber, a memória está intacta. Perfeita. Lembro até da fila, da manhã, no pátio, em frente as oficinas de artes manuais, onde até há pouco esse material estava guardado.
Chefiando a entrega o seu Boanerges, o inspetor da escola. Homem austero, de bigodes e de baixa estatura, atarracada. Ao seu lado, o Olavo. Um negro, magro, alto, mais tarde apelidado de "morcego", o que lhe fazia ir a loucura!
Êta viagem de memória.
Pois bem. Fiz esta viagem, mentalmente, hoje de manhã, nas dependencias da escola Jardim Felicidade I, de responsabilidade da prefeitura Muncipal de Macapá.
É que lá, o prefeito Roberto Góes, perante uma multidão, fez a entrega de milhares de cestas de alimentos para os alunos da rede municipal da zona norte da cidade.
O alimento é fundamental para que o aluno apreenda sua lição com maior proveito. A mente nutrida é sadia e capaaz de gravar os ensinamentos repassados pelos professores.
Fico feliz de ver a estudantada da periferia ser alimentada pelo poder público. Assim produziremos cidadãos de primeira categoria. Com o tempo, que espero não seja muito, não será mais necessário doar alimentos.
O aluno bem nutrido será o cidadão do amanhã e terá condições de lutar por um emprego dígno, capaz de prover alimentos à sua prole.
Leonai Garcia

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Unifap / 2010

O Doutor José Carlos Tavares, reitor da Unifap é candidatíssimo a reeleição na instituição. Até pouco tempo não lhe passava pela cabeça tal intenção, mas, levado por acontecimentos no seio daquela academia, resolveu mudar de atitude. Bom para todos. É muito forte a sua candidatura. Trunfo: curso de medicina.
Por falar em curso de medicina, o Doutor Tavares, amapaense da gema, não reconhece nenhum mérito na atuação do deputado federal Bala Rocha (PDT) e no deputado estadual Dalto Martins (PMDB) em fazer funcionar o bendito curso de medicina. É que ambos andam falando na mídia que têm a ver com o funcionamento de um curso numa universidade federal.
Sempre achei estranho tais afirmativas, por saber das dificuldades que são inerentes a qualquer atitude a ser tomada no seio de uma entidade de ambito federal.
Este assunto e outros avanços na UNIFAP serão tratado no próximo sábado (09) no programa O Mundo em Debate, quando o Reitor Tavares será o entrevistado principal.
Os dois deputados em questão são médicos, logo, não podem falar do que não lhes compete.
Estamos em ano eleitoral e uma afirmativa sem sustentação pode ser um "tiro no próprio pé".
Precisamos de representantes de credibilidade, tanto na assembléia legislativa quanto no congresso nacional.
Não vale ludibriar o povo!
Leonai Garcia

domingo, 3 de janeiro de 2010

Pra frente Brasil

Virou o ano.
Estamos em 2010.
Eleições gerais no país. De presidente da República a deputado estadual.
A perspectiva do país a nível internacional é boa. Nem se fala mais em "dívida externa". Isso é coisa do passado.
A sequência de governos do PSDB e do PT foi extremamente benéfica ao país e a adoção da Lei de Responsabilidade Fiscal, retirou dos políticos "cretinos" a capacidade de colocar o substituto em situação crítica, no assunto - finanças.
Esse foi um dos avanços do governo tucano, que conseguiu aprovar no congresso um antídoto contra os corruptos.
Apesar disso, ainda há casos escabrosos de corrupção atormentando a vida nacional - mensalão do PT e esse caso do DEM brasiliense.
Antes não havia a tecnologia para documentar as "estripulias", hoje, não, hoje o indivíduo instala equipamentos de última geração, grava e depois espalha pelas TVs do mundo.
Coisa repugnante, assistir àquele pastor orando abraçado aos comparsas, agradecendo ao deus "dele" pela grana conseguida.
O que dizer das cenas do presidente da câmara distrital pondo dinheiro nas meias.
Só falta a justiça livrá-los de condenações.
Sou daqueles otimistas.
Creio numa mudança para melhor das assembléias legislativas - os almofadinhas aos poucos, perdem lugar.
Creio numa melhor representação do congresso nacional que passa maus bocados perante a opinião pública - 40% a repele.
Assim, também, penso em relação aos governos estaduais e a presidência da República.
O Brasil a partir de 2010 há de nos dar orgulho.
Os índices de educação melhoram.
Parabéns ao atual governo.
Um país educado não dá lugar para "cretino".
Leonai Garcia

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Final de ano

Dia 1 de janeiro de 2010. A cidade amanheceu calma. Pouco trânsito nas ruas. A madrugada anterior foi muito movimentada. Milhares de pessoas se dirigiram para a beira-rio afim de assistir a tradicional queima de fogos, por sinal - belissima.
Pude apreciar a verdadeira onda humana, como procissão, andando em direção ao Trapiche Elieser Levi e à Fortaleza de São Jose, das 20:00 horas em diante.
O trânsito congestionado na Candido Mendes, muito bem orientado pela PM, que dava preferência ao pedestre - o dono da noite e da madrugada.
Ao que me consta a violência foi mínima em Macapá, fruto do bom trabalho de prevenção executado pelas forças de segurança, ã frente, a Polícia Militar, EMTU e os demais órgãos responsaveis pela segurança,
Ao longo do último dia do ano, recebí inumeras ligações e mensagens de amigos e admiradores, o que me deu condições de refletir que o ano novo promete mais vitorias. Então. Que venham!
Em familia - filhos e netos - curti as primeiras horas de 2010.
Fã assumido de Jose Serra, o próximo presidente do Brasil. Assim, o pais se livrará dessa praga chamada PMDB - um covil - que tanto mal faz a nação.
Aqui no Amapá. alguns de seus seguidores, com cargos eletivos, colhem mais e mais adversários, o que mais tarde se traduzirá em encurtamento de carreira política, por sinal, pouco produtiva, em termos sociais.
Pode ser que seja benfazeja no aspecto econômico e financeiro para o interessado, coisa de gente pobre de idéas e de conhecimento.
Tem gente que se acha o dono do mandato, como se fosse perene - ledo engano.
Já vimos deputados de outrora amargarem o ostracismo, depois: Aluizio Padeiro, Nilde Santiago (falecido), Jarbas Gato, Adonias Trajano, Milton Rodrigues, Cassiano Monteiro, Hildo Fonseca, João Queiroga, Raimunda Beirão, Jorge Sousa vai no mesmo caminho, etc.
Esse pessoal metido a besta, que olha os outros de cima para baixo como se fosse o "rei da cocada preta", vai passar, e o Amapá vai continuar a sua trajetória.
A Assembléia Legislativa, também!
Leonai Garcia